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Obstrução Congênita do Ducto Nasolacrimal
Oftalmologia pediátrica e estrabismo

A obstrução congênita do ducto nasolacrimal é uma obstrução congênita do sistema de excreção lacrimal, causada principalmente por obstrução membranosa na extremidade inferior do ducto nasolacrimal, ocorrendo em 6-20% dos recém-nascidos. Cerca de 90% curam-se espontaneamente até os 12 meses de idade, mas os casos persistentes são tratados com terapia conservadora (massagem do saco lacrimal pelo método de Crigler), sondagem ou cirurgia endoscópica das vias lacrimais.

Obstrução do Ducto Nasolacrimal (Nasolacrimal Duct Obstruction)
Oculoplástica

Explicação das causas, classificação, diagnóstico e tratamento da obstrução do ducto nasolacrimal (epífora em adultos). Abrange dacrioscopia, DCR (dacriocistorrinostomia), colocação de tubo e manejo da obstrução do ducto lacrimal induzida por medicamentos.

Oclusão da Artéria Central da Retina
Retina e vítreo

Emergência oftalmológica na qual a artéria central da retina oclui subitamente, causando perda visual aguda e grave. Alterações irreversíveis começam aproximadamente 100 minutos após a oclusão, e compartilha os mesmos fatores de risco do acidente vascular cerebral.

Oclusão da Veia Central da Retina
Retina e vítreo

Doença vascular na qual a veia central da retina é ocluída dentro do nervo óptico, causando hemorragia e edema em toda a retina. É a segunda doença vascular retiniana mais comum após a retinopatia diabética, e o edema macular e o glaucoma neovascular determinam o prognóstico visual.

Oclusão da Veia Retiniana
Retina e vítreo

Explicação sobre definição, classificação (BRVO e CRVO), sintomas, diagnóstico e tratamento (terapia anti-VEGF, fotocoagulação a laser) da Oclusão da Veia Retiniana (RVO).

Oclusão de Ramo da Artéria Retiniana
Retina e vítreo

Doença na qual um ramo da artéria retiniana central é ocluído, causando dano isquêmico à retina na área suprida. Inicia-se com um defeito de campo visual agudo e indolor, e é uma emergência na qual alterações irreversíveis começam aproximadamente 100 minutos após a oclusão. Devido à associação com doenças embólicas sistêmicas e acidente vascular cerebral, a avaliação sistêmica rápida é essencial.

Oclusão de Ramo da Veia Retiniana (BRVO)
Retina e vítreo

Doença vascular da retina causada por oclusão venosa no cruzamento arteriovenoso, resultando em hemorragia retiniana e edema macular. A prevalência é de aproximadamente 2,0% em pessoas com mais de 40 anos, e a injeção intravítrea de anti-VEGF é o tratamento de primeira linha.

OCT de Segmento Anterior (AS-OCT)
Outros

Explicação do princípio do OCT de segmento anterior (AS-OCT), métodos SS-OCT/SD-OCT, parâmetros quantitativos do ângulo (AOD/ARA/TISA), comparação com UBM e aplicações clínicas (avaliação do ângulo no glaucoma, avaliação da córnea, avaliação pré-operatória de catarata). É um dispositivo de diagnóstico por imagem que adquire imagens tomográficas do segmento anterior sem contato.

Oftalmia simpática
Uveíte

Doença autoimune rara que causa uveíte granulomatosa bilateral após trauma penetrante ou cirurgia intraocular em um olho. O tratamento principal é corticosteroides sistêmicos rápidos e imunossupressores.

Oftalmoplegia Externa Progressiva Crônica (CPEO)
Neuro-oftalmologia

Doença na qual os músculos externos do olho são seletivamente danificados devido à disfunção mitocondrial, causando ptose bilateral lentamente progressiva e distúrbio dos movimentos oculares. Classifica-se em CPEO isolado e CPEO-plus com sintomas sistêmicos.

Oftalmoplegia Internuclear (Síndrome do MLF) e Síndrome de One-and-a-Half
Neuro-oftalmologia

A oftalmoplegia internuclear (INO) é um distúrbio do movimento ocular causado por lesão do fascículo longitudinal medial (MLF), caracterizado por deficiência de adução no lado afetado, nistagmo no lado contralateral durante a abdução e preservação da convergência. Quando uma lesão do PPRF ou do núcleo do nervo abducente se soma à lesão do MLF, ocorre a síndrome de one-and-a-half, restando apenas a abdução no lado saudável. Esclerose múltipla e doença cerebrovascular são as duas principais causas, e o tratamento básico é a terapia da doença causadora.

Oftalmoscopia Indireta Binocular (Binocular Indirect Ophthalmoscopy)
Outros

Explica os princípios ópticos do oftalmoscópio binocular indireto (BIO), o uso adequado das lentes condensadoras (20D/28D), o procedimento sistemático de exame de fundo de olho sob midríase, a busca periférica da retina com compressão escleral, os achados típicos de descolamento de retina e rasgos retinianos, e as condutas correspondentes.

Olho Seco Induzido por Lentes de Contato (CLIDE)
Correção refrativa

Explicação da definição, causas, diagnóstico e tratamento do olho seco induzido pelo uso de lentes de contato (CLIDE). Com base nas Diretrizes de Prática Clínica para Olho Seco (Jornal da Sociedade Japonesa de Oftalmologia 2019), no Algoritmo de Tratamento TFOS DEWS III e no Relatório de Estilo de Vida TFOS, são explicados de forma abrangente o diagnóstico por camada lacrimal (TFOD), o tratamento por camada lacrimal (TFOT), a mudança de material da lente de contato e a melhoria dos cuidados.

Olho Seco na Síndrome de Sjögren (Dry Eye in Sjögren's Syndrome)
Córnea e olho externo

Explicação abrangente sobre a fisiopatologia, diagnóstico e tratamento do olho seco associado à síndrome de Sjögren. Inclui características do olho seco por deficiência aquosa devido à infiltração linfocitária na glândula lacrimal, critérios diagnósticos japoneses e novas terapias, incluindo agonistas do receptor muscarínico e injeção de PRP na glândula lacrimal.

Olho Vermelho Agudo Induzido por Lentes de Contato (CLARE)
Correção refrativa

O olho vermelho agudo induzido por lentes de contato (CLARE) é uma reação inflamatória não infecciosa caracterizada por hiperemia aguda, dor e infiltrado corneano que ocorre durante ou após o uso de lentes de contato (especialmente uso noturno contínuo). A diferenciação da ceratite infecciosa é de extrema importância, e a interrupção imediata das lentes de contato e o uso de colírio de esteroide são a base do tratamento.

Omidenepag isopropil (agonista do receptor EP2)
Glaucoma

Explicação do mecanismo de ação do omidenepag isopropil (Eybelis®), ensaios clínicos (AYAME, PEONY, RENGE, FUJI), efeitos colaterais e diferenças do PGA convencional. Abrange o mecanismo de redução da pressão intraocular por duas vias através do receptor EP2 e a vantagem de não ocorrer periorbitopatia associada a prostaglandinas (PAP).

Opacificação da Lente Intraocular
Catarata e segmento anterior

Complicação após cirurgia de catarata em que a parte óptica da lente intraocular (LIO) se torna opaca. Existem vários mecanismos, como deposição de cálcio e glistening, e se causar comprometimento visual, é necessária a remoção e troca da LIO.

Osteoma Coroideano
Tumores e patologia

Tumor benigno raro que forma osso ectópico na coroide. Ocorre preferencialmente no polo posterior e é ligeiramente mais comum em mulheres jovens. O valor de alta densidade equivalente ao osso na tomografia computadorizada é o fator determinante para o diagnóstico definitivo. O tratamento, incluindo quando há neovascularização coroideana, é explicado.